Tem coisas neste país que parecem ser dotadas de algum poder sobrenatural que as faça ficar invisíveis, pois são verdadeiras afrontas a dignidade e a moral da população, porém estão aí, numa boa resistindo ao tempo.
Dois bons exemplos são o Fome Zero e o MST.
Esse programinha sem vergonha foi de grande ajuda para eleger o atual Presidente da República porém não saiu do papel. Chamou a atenção de governos de vários países que parabenizaram a grande iniciativa de combate a fome, inclusive com músicos oportunistas doando guitarras para o tal programa que nem sequer existia.
A única desculpa que o governo conseguiu inventar foi que a falência se deu pelo fato de que para cada real gasto outro real era gasto com intermediários do processo, você sabe , o famoso superfaturamento.
É estranho, pois em Belo Horizonte existe um programa chamado Restaurante Popular onde se paga 1 real para almoçar e cinquenta centavos para jantar. E não é nenhuma comida gosmenta tipo sopão não. É comida de qualidade feita sob supervisão de nutricionistas e técnicos em alimentação que inclusive no natal faz uma festa para aqueles que não sabem o que é natal, com rango grátis e presentes para a garotada.
Estou falando bem de uma prefeitura do PT? Claro, pelo menos neste programa eles deram uma de bons administradores, cortando os caçadores de tetas e matando a fome de muita gente, 6.000 refeições por dia.
Porém lá está o Fome Zero em seu site, fingindo existir assim como lá estão os bandidos saqueadores do MST fingindo que querem terra para trabalhar.

Quem vai do Triangulo Mineiro à Pirapora, cidade que fica no início do Vale do Jequitinhonha, passando por estradas secundárias tem uma boa idéia da disposição desse bando. Em 300 km, a paisagem vai mudando de uma grande riqueza de colheitas bem irrigadas para o árido serrado. E na pior das partes temos um assentamento de trabalhadores sem terra.
Aliás assentamento é um nome bastante significativo para esse caso, pois estão lá todos com suas bundas assentadas nas portas do que parece mais uma "favela rural", esperando o pequí brotar para ser vendido na beira da estrada. Deve dar um trabalhão roçar o cerrado, né?
Porém não é o que pensa seus vizinhos agricultores que labutam de sol a sol gerando riqueza para o país enquanto os integrantes do MST se coçam e praguejam contra o calor, até que um dia queiram mudar de ares e vendam suas propriedades para correr o país atrás do que dizem ser seu por direito.